25 de junho de 2014

Viagem

Arrisco-me nessa viagem sem fim
com a vontade de desvelar marfim
sabendo das armadilhas feitas por mim

Arrisco-me nessa viagem que começa
com vontade de amar sem pressa 
querendo juras duvidar e promessas lançar.

Sem proteção, sem escudo e desarmada
sem lágrimas, medo e desamparada
vou bater as asas, soltando as palavras,

Arisco-me nessa aventura de barreiras
viajando contra a correnteza
desafiada pela incerteza do amanhã,

Sem direção por um destino sem caminho
Sentindo a nudez  nos meus olhos famintos
vou com objetos, trajetos e meu labirinto



3 comentários:

Nilson Barcelli disse...

Na vida, as viagens são assim mesmo.
Cheias de riscos, mas ainda assim necessárias.
Magnífico poema, gostei imenso.
Bom resto de semana, querida Lorena.
Beijo.

Pedro Luis López Pérez (PL.LP) disse...

Vengo del blog de vendedordeilusao y me ha encantado tu Espacio; por lo cual, si no te importa, te sigo en tu bello Rincón.
Abraços.

Rute disse...

Magnífico texto.
Obrigada pela visita a Literatura Infantil.
Beijos, boa semana

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