18 de agosto de 2012

Dia comum

Dia comum de lamento,  pelo imenso desmatamento de florestas inocentes vítimas dos capitalistas deliquentes
Dia ruim da viôlencia sem limite, da paz que não existe.
Dia escuro,  polícia a corrupção do absurdo.
Da política só resta a decepção
Dos problemas do país nenhuma solução.
Realidade sem educação e saúde
Precária de atenção e atitude.
País rico de muitos miseráveis
Homens escravos,  pensamentos presos
Mais um dia  sem alimento para muitos brasileiros
Mas um dia de desigualdade que limita os sonhos indefesos.


Um comentário:

JP disse...

O que fizermos, amiga Lorena, pagaremos bem caro no futuro. Mas quem se rala? Apenas nós.....


Beijo

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